Ainda existe esperança


O que é uma pessoa sem esperança? 
É alguém sem sonhos, sem ideais, sem futuro... É alguém sem otimismo, que não sente vontade de lutar. Quando não há esperança, o desespero ocupa seu lugar. O pensamento derrotista se apodera da pessoa e sobrevém o fracasso.
O que é uma pessoa com esperança? É alguém com mente positiva e otimista, que crê no triunfo do bem sobre o mal, que não desfalece na luta, que se levanta quando cai, que confia na direção divina e que conserva o entusiasmo de viver.

A verdadeira esperança é muito mais que uma simples perspectiva ou mero desejo. É a certeza de que todo mal pode ser vencido, e que tudo o que está torto pode ser endireitado. É uma atitude mental tão renovadora que a chamamos de “âncora da alma, segura e firme” (Hebreus 6:19). É a âncora que sustenta a vida; que dá
paz e segurança na tormenta; que tira a desesperança do coração angustiado.

O que mais afeta o mundo não são os desastres naturais, e sim as ações contaminadas dos seres humanos, as injustiças cometidas contra os mais indefesos, o espírito belicoso dos mais fortes, a moral permissiva que arruína milhões de famílias, os vícios que degradam e encurtam a vida, a insegurança que instala o roubo e a morte nas ruas das grandes cidades. Esses são os piores inimigos que dominam a Terra, como resultado do egoísmo e da maldade sem restrição.

Procure onde quiser, e você não encontrará outro que se pareça com Jesus.
Convido você a conhecê-Lo como seu Salvador. Aproxime-se dEle, mesmo que seja apenas para saber de quem se trata. Você descobrirá o Amigo mais maravilhoso, como uma vez eu também descobri.

Quando, no caminho da vida, o fardo é pesado e temos dificuldade para continuar, convém recordar que também temos ao nosso lado um companheiro forte e vencedor: Jesus, o Filho de Deus. Ele pode tirar de nosso coração toda carga, toda dor, toda frustração, todo fracasso... Ele nos alivia o peso da vida e nos enche de renovadas esperanças. Ninguém pode nos ajudar tanto como esse Amigo!





Fonte: Livro Ainda há esperança, Enrique Caij

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